A intervenção do Estado sobre a questão social, a partir do capitalismo monopolista, tem se dado de modo a fragmentá-la e direcionando as ações institucionais e profissionais para o enfrentamento de suas incidências psicossociais, com enfoque nos indivíduos e grupos. Cabe às(aos) assistentes sociais, do ponto de vista da teoria social crítica que embasa o projeto ético e político da profissão, compreender que a questão social
- A resulta de uma totalidade processual e histórica que remete necessariamente às contradições da relação entre capital e trabalho.
- B constitui a forma concreta com que os problemas sociais decorrentes do modo de produção capitalista afetam a classe trabalhadora.
- C expressa o grau de pauperismo alcançado pela classe trabalhadora no desenvolvimento da sociedade capitalista, em suas diferentes fases.
- D deriva das condições de manutenção e alteração do pacto de assalariamento, em razão da variação da taxa de acumulação do capital.
- E rebate e é enfrentada na vida dos indivíduos e nas instituições de forma recortada e especializada, em razão da complexidade da vida social.