No atual contexto geopolítico e estratégico, marcado por polarizações, conflitos e guerras, países centrais estão a elevar seus investimentos em Defesa. Declarações recentes de membros da OTAN indicaram a intenção de aumentar o orçamento de defesa para 5% do PIB até 2035. Segundo o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, as despesas militares globais ultrapassaram, em 2024, a casa dos US$ 2,7 trilhões, o maior nível da história, sendo o décimo ano consecutivo de crescimento (SIPRI Fact Sheets, abril 2025). Tal condição gera desafios para o mercado internacional de defesa, que é competitivo, fechado, com barreiras de acesso a novos entrantes e amplamente liderado por potências centrais. Nesse contexto, países emergentes anseiam por uma melhor inserção nesse mercado, mas necessitam fazer frente a desafios impostos às respectivas bases industriais de defesa. No caso brasileiro, o fator que requer maior atenção é:
- A a carência de matérias-primas e terras raras
- B o nível elevado de exigências por parte de países compradores
- C a defasagem tecnológica e barreiras de acesso a tecnologias críticas
- D a dificuldade de integrar um mercado regional de defesa sul-americano
- E a dificuldade de adaptação às normas do comércio internacional da Organização Mundial do Comércio (OMC). Eixo Temático 4 - Políticas de Segurança Pública