Uma empresa do setor energético possui turbinas geradoras críticas instaladas em sua usina termelétrica. Durante inspeção técnica de rotina em uma das turbinas, a equipe de manutenção identificou os seguintes parâmetros operacionais: • vibração dos mancais principais: 15 mm/s (limite operacional seguro: 10 mm/s) • temperatura dos rolamentos: 85°C (temperatura normal de operação: até 70°C) • análise laboratorial do óleo lubrificante: presença significativa de partículas metálicas • última intervenção de manutenção programada: realizada há seis meses O equipamento permanece em funcionamento, mas os indicadores técnicos evidenciam processo de degradação em evolução. A parada não programada dessa turbina resultaria em perda de geração de 120 MWh diários, equivalente a R$ 180.000,00 em receita. Uma intervenção preditiva custaria R$ 45.000,00 com parada de 2 dias. Em caso de falha súbita, a manutenção corretiva demandaria R$ 200.000,00 e parada de dez dias para reparo completo. Diante dessa situação, a estratégia de manutenção deve focar em:
- A manter a operação até a falha total, planejando a manutenção apenas após a paralisação
- B executar imediatamente manutenção corretiva, minimizando custos diretos da intervenção
- C realizar intervenção preditiva imediata, fundamentada nos parâmetros de degradação identificados
- D aumentar a frequência do monitoramento e adiar a intervenção até que a falha se concretize
- E executar manutenção corretiva em até 90 dias, compatibilizando o cronograma com o planejamento orçamentário anual.