Nas últimas décadas, os indicadores de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) evoluíram de métricas baseadas no modelo linear (como gastos em P&D e patentes) para abordagens sistêmicas, que consideram interações entre atores. Contudo, críticos argumentam que a maioria dos indicadores ainda não capturou adequadamente a complexidade da inovação e sua relação com o desenvolvimento. Considerando as críticas contemporâneas aos indicadores de CT&I, uma limitação dos manuais tradicionais (como Frascati e Oslo) para mensurar a inovação na atualidade é o fato de tais manuais:
- A desconsiderarem dimensões como sustentabilidade e impacto social
- B ignorarem a contribuição de patentes para o crescimento econômico
- C subestimarem as relações de colaboração entre universidades e empresas
- D subestimarem o papel do setor público no financiamento de atividades inovativas
- E desconsiderarem a relação entre publicações científicas e desenvolvimento tecnológico.