A retroalimentação é uma etapa crítica no ciclo das políticas públicas, pois permite que os resultados da avaliação e do monitoramento influenciem a reformulação de objetivos, estratégias e instrumentos. Trata-se de um processo que depende da capacidade institucional de aprendizagem, da disposição política para mudanças e da existência de mecanismos que integrem evidências ao processo decisório. No ciclo das políticas públicas, a retroalimentação:
- A garante que a política mantenha seus objetivos originais, evitando desvios estratégicos ao longo do tempo
- B permite a continuidade da implementação das ações mesmo quando os resultados se mostram insatisfatórios, reforçando a estabilidade institucional
- C consiste na incorporação de informações geradas ao longo da implementação, com o propósito de promover ajustes técnicos e estratégicos no desenho e condução da política
- D consiste na formalização jurídica de programas governamentais já executados e avaliados, com vistas à sua perenização
- E substitui o processo de avaliação e de monitoramento por mecanismos automatizados de análise de desempenho institucional.