O filósofo Pascal escreveu certa vez: “O tempo cura as dores e as queixas, porque nós nos modificamos, não somos sempre a mesma pessoa. Nem o ofensor, nem o ofendido, são os mesmos. É como um povo que foi maltratado e que é reencontrado após duas gerações. São ainda os franceses, mas não os mesmos”. Para defender uma tese, o autor apela para diferentes tipos de raciocínio. O processo utilizado nesse pequeno texto é o de raciocínio:
- A dedutivo, que parte de uma ideia geral, de um princípio, para daí tirar uma consequência particular
- B indutivo, que parte de vários fatos particulares, para daí tirar um princípio geral
- C por oposição, em que se colocam duas situações contrárias
- D pelo absurdo, em que se supõe uma ideia contrária à tese defendida para mostrar que essa última acaba por uma conclusão falsa ou absurdo
- E por analogia, em que se utiliza uma comparação para a defesa da tese.