No processo de formulação de estratégias e políticas públicas, por vezes os corpos burocráticos das organizações são considerados como elementos secundários ou pouco relevantes. O entendimento é de que cabe a esses grupos apenas o cumprimento dos desígnios de cúpulas e gabinetes de direção. Entretanto, diversos autores consideram que o corpo burocrático é componente fundamental da implementação e que, portanto, é necessário estabelecer fortes controles que evitem desvios na ação burocrática. O estabelecimento de controles internos e externos sobre o corpo burocrático, no contexto da administração pública, é essencial para a implementação eficiente de políticas, pois:
- A limita o acesso à informação e reduz ruídos de comunicação entre a sociedade e a burocracia
- B aumenta o acesso à informação e reduz ruídos de comunicação entre a sociedade e a burocracia
- C salienta a expertise burocrática e aumenta a disparidade de informação entre cúpulas e burocracia
- D limita a discricionariedade decisória burocrática e reduz a disparidade de informação entre cúpulas e burocracia
- E aumenta a discricionariedade decisória burocrática e a influência política sobre a burocracia.