59 Em decorrência da transformação no ambiente de negócios e da necessidade do desenvolvimento de novas competências não supridas pelo treinamento tradicional das universidades nem pelo treinamento clássico, surge um novo paradigma de ensino-aprendizagem. Desse modo, desenvolver a capacidade de aprender e dar continuidade ao processo de aprendizagem no trabalho passam a ser os pensamentos compartilhados por todos os envolvidos nesse processo. Com esse novo conceito, surge a universidade corporativa, que, diferentemente do departamento formal de treinamento, é
- A coesa e centralizada, ao invés de fragmentada e descentralizada, e tem foco reativo ao invés de proativo.
- B estratégica, ao invés de tática, e direcionada a um público-alvo amplo com profundidade limitada, ao invés de audiência de currículo personalizado por famílias de cargos.
- C direcionada para o aumento no desempenho no trabalho, ao invés do aumento de qualificações profissionais, e apresenta como imagem “Universidade como metáfora de aprendizado”, ao invés de “Vá para o treinamento”.
- D voltada para o desenvolvimento de habilidades técnicas e conhecimentos específicos relacionados às tarefas e funções dos funcionários, ao invés de visar o desenvolvimento holístico e fazer uma venda por consulta com treinamentos oferecidos alinhados à estratégia da organização.
- E estruturada, geralmente, com foco em instruções e métodos formais de ensino, como workshops, cursos e treinamentos práticos, ao invés de ser mais flexível e envolver uma variedade de métodos, como e-learning, mentorias, palestras e projetos colaborativos.