O perfil epidemiológico da tuberculose vem sofrendo transformações, principalmente a partir de 1981, com o aparecimento e a disseminação da aids em todo o mundo. Essas duas doenças de notificação compulsória no Brasil apresentam um sinergismo no qual cada uma delas acentua o agravamento e a progressão da outra. Com relação a essa situação, sabe-se que pacientes coinfectados por HIV
- A representam pouco risco para o aumento de casos novos de tuberculose ativa, mesmo sendo uma associação frequente e sinérgica.
- B representam a segunda causa de morte por tuberculose em coinfectados.
- C têm aumentado o risco de subsequentes episódios de tuberculose por reinfecção exógena.
- D têm risco aumentado de progredir de um foco de infecção primária para tuberculose ativa, mas esse risco inexiste para a reativação da tuberculose latente.
- E têm pouca relevância em relação às taxas de cura para a tuberculose.